Os destinos de três gerações cruzam-se num país de pescadores rodeado por um mar que dá e tira a vida, por uma natureza dura e austera, sob um céu que convida ao sonho e à poesia. A felicidade e o infortúnio são transmitidos de pais para filhos, de avós para netos, numa família que espelha uma nação em mudança ao longo do século xx e em cujas histórias de amor, morte, coragem e cobardia ressoam as vozes imortais da Literatura e da Música.
Tradução do original islandês pelo reconhecido autor e tradutor João Reis
10%
Leia um
excerto
Disponível
em eBook
Descrição
Depois de um período em Copenhaga, Ari regressa à sua cidade natal de Keflavík, na Islândia, para se reencontrar com o pai, a quem resta pouco tempo de vida. Porém, o muro de silêncio que os separa desencadeia uma viagem ao passado, em busca de palavras que combatam o esquecimento e a escuridão que a morte deixa.
Os elogios da crítica:
«Stefánsson comunga da grandeza elementar de Cormac McCarthy.» Times Literary Supplement
«Graças à sua escrita firme e ao seu brilhante talento, Stefánsson destaca-se entre os autores contemporâneos.» La Stampa
«A escrita de Jón Kalman Stefánsson assemelha-se ao seu país de origem: dura, despojada, sublime.» Les Inrockuptibles
«O romancista mais poético da Islândia.» The Spectator
Os destinos de três gerações cruzam-se num país de pescadores rodeado por um mar que dá e tira a vida, por uma natureza dura e austera, sob um céu que convida ao sonho e à poesia. A felicidade e o infortúnio são transmitidos de pais para filhos, de avós para netos, numa família que espelha uma nação em mudança ao longo do século xx e em cujas histórias de amor, morte, coragem e cobardia ressoam as vozes imortais da Literatura e da Música.
Tradução do original islandês pelo reconhecido autor e tradutor João Reis
Depois de um período em Copenhaga, Ari regressa à sua cidade natal de Keflavík, na Islândia, para se reencontrar com o pai, a quem resta pouco tempo de vida. Porém, o muro de silêncio que os separa desencadeia uma viagem ao passado, em busca de palavras que combatam o esquecimento e a escuridão que a morte deixa.
Os elogios da crítica:
«Stefánsson comunga da grandeza elementar de Cormac McCarthy.» Times Literary Supplement
«Graças à sua escrita firme e ao seu brilhante talento, Stefánsson destaca-se entre os autores contemporâneos.» La Stampa
«A escrita de Jón Kalman Stefánsson assemelha-se ao seu país de origem: dura, despojada, sublime.» Les Inrockuptibles
«O romancista mais poético da Islândia.» The Spectator