São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, romancista, filósofo, ensaísta e uma das figuras mais influentes do pensamento crítico do século xx.
Autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários – do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro -, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo.
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Descrição
Neste último volume das suas memórias, Canetti descreve com punho de romancista os seus anos em Viena e a efervescente vida intelectual da cidade, habitada por figuras como Anna Mahler, Robert Musil e Hermann Broch, o compositor Alban Berg ou o enigmático e fascinante Doutor Sonne, o qual, sentado na sua mesa no Café Museum, «falava como Musil escrevia».
Ao longo das páginas, desponta o retrato trágico e irónico de uma época que exala o último fôlego dos seus anos dourados, antes da ascensão do nazismo apagar para sempre a luz civilizacional que irradiava.
Os elogios da crítica:
«A sua escrita consegue captar a absoluta particularidade da vida humana, algo que nenhum sistema teórico alguma vez conseguirá fazer.» New Statesman
«Canetti dissolve a política em patologia, tratando a sociedade como uma actividade mental — de tipo bárbaro, claro — que deve ser descodificada.» Susan Sontag
São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, romancista, filósofo, ensaísta e uma das figuras mais influentes do pensamento crítico do século xx.
Autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários – do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro -, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo.
Neste último volume das suas memórias, Canetti descreve com punho de romancista os seus anos em Viena e a efervescente vida intelectual da cidade, habitada por figuras como Anna Mahler, Robert Musil e Hermann Broch, o compositor Alban Berg ou o enigmático e fascinante Doutor Sonne, o qual, sentado na sua mesa no Café Museum, «falava como Musil escrevia».
Ao longo das páginas, desponta o retrato trágico e irónico de uma época que exala o último fôlego dos seus anos dourados, antes da ascensão do nazismo apagar para sempre a luz civilizacional que irradiava.
Os elogios da crítica:
«A sua escrita consegue captar a absoluta particularidade da vida humana, algo que nenhum sistema teórico alguma vez conseguirá fazer.» New Statesman
«Canetti dissolve a política em patologia, tratando a sociedade como uma actividade mental — de tipo bárbaro, claro — que deve ser descodificada.» Susan Sontag