Um dos 10 livros finalistas do
PRÉMIO OCEANOS
*
PRÉMIO DA UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES
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0Um dos 10 livros finalistas do
PRÉMIO OCEANOS
*
PRÉMIO DA UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES
Plano Nacional de Leitura
Literatura – 15-18 anos
«Eu emergia assustado de um cochilo e via o rosto da minha mãe numa lugar sombrio do quarto, ou deitada na cama, o corpo quieto e frio como o de uma morta; essas visões, entre o milagre e o sobrenatural, me assustavam e me deixaram prostrado na longa noite da espera.»
Paris, 1978: Martim prepara-se para, escrevendo um diário, recuperar a memória dos tempos que viveu em Brasília. Submerso em cadernos, fotografias, folhas soltas, guardanapos rabiscados, cartas e diários de amigos, vai revivendo e recompondo os anos da sua formação, anos plúmbeos de feroz ditadura, anos auspiciosos de novidade.
Nos anos 1960, muito jovem, Martim vê os pais separarem-se, sem que chegue a conhecer o verdadeiro motivo para a cisão. Muda-se então de São Paulo para Brasília com o pai. Na cidade recém-inaugurada, trava amizade com um grupo de adolescentes de contextos sociais e familiares persos. Une-os um projecto cultural e a luta contra o cerco do regime. Com eles, graças a eles, vai descobrindo o amor, o sexo, a amizade, a poesia, a literatura, a política e o medo.
Pairando sobre o fulgor da descoberta há duas nuvens negras ensombrecendo a vida de Martim: a da repressão política dos anos mais duros da ditadura; e a dor da separação da mãe. O vazio aberto pelas cartas que a mãe não lhe escreve, pelos gestos de amor que não lhe estende, pelo reencontro ansiado e adiado, não pode ser preenchido pelo pai, com quem vive uma relação problemática, fria, entrecortada. O fardo desta ausência acompanhará Martim mesmo quando ele procurar o consolo no exílio em Paris.
Num magistral romance de formação ambientado na ditadura que amordaçou o Brasil, Milton Hatoum transita com a habilidade que lhe é própria entre as dimensões pessoal e social do drama e faz de uma ruptura familiar a outra face de um país pidido.
Os elogios da crítica:
«Hatoum imprime urgência à narrativa de tempos conturbados, equilibrando ocorrências familiares e acontecimentos históricos de tal forma que estes espelham aquelas e vice-versa. (#) O amadurecimento de Martim se dá no vácuo do lar implodido e à sombra da brutalidade ditatorial, no útero da metastática República, que ainda hoje insiste em devorar seus cidadãos. – A Noite da Espera aponta para a continuidade do “inverno do nosso descontentamento.»
André de Leones, Estado de São Paulo
«Milton Hatoum volta com um romance potente, que remexe a história política dos anos sinistros da ditadura, ao mesmo tempo que vasculha infernos íntimos de uma história de família.»
Maria Esther Maciel, Folha de São Paulo
«Um belo romance. (#) O escritor Julio Cortázar já chamara a atenção para o facto de que ler um livro é sempre botar o dedo no gatilho, multiplicando a sua força explosiva. O gesto de resistir caminha de modo paralelo àquele de narrar – e a esse chamado a narrativa de Hatoum responde com um sonoro “sim.»
Stefania Chiarelli, O Globo
«Uma construção surpreendente# Um magnífico romance.»
Correio Braziliense
«A atmosfera de erotismo, política e cultura aproxima o livro de Hatoum do clássico A educação sentimental, de Gustave Flaubert. (#) A trilogia de Hatoum poderá ser a grande obra de reflexão – com fôlego narrativo e atraente ao público, que se esperava na literatura brasileira contemporânea. Não se trata mais de denunciar violências da ditadura militar mas sim de refletir sobre o que restou dos tempos sombrios e o que não se consegue sepultar de vez.»
Enio Vieira, Estado de Minas
“Como um Raduan Nassar do Norte, Hatoum reflete sobre a opressão familiar, a imigração libanesa e a memória por meio de uma prosa límpida e ritmada, que corre caudalosa e triste, como um rio amazónico. (#) A noite da espera não é apenas mais um romance sobre a ditadura. É um romance de formação. Uma história sobre a passagem da ingenuidade à vida adulta, da juventude ao desencanto.” Ruan de Sousa Gabriel, Época
Chancela Companhia das Letras
Autor(a) Milton Hatoum
Género Ficção, Literatura
Coleção Companhia das Letras

Chancela Companhia das Letras
Autor(a) Milton Hatoum
Género Ficção, Literatura
Coleção Companhia das Letras
Plano Nacional de Leitura
Literatura – 15-18 anos
«Eu emergia assustado de um cochilo e via o rosto da minha mãe numa lugar sombrio do quarto, ou deitada na cama, o corpo quieto e frio como o de uma morta; essas visões, entre o milagre e o sobrenatural, me assustavam e me deixaram prostrado na longa noite da espera.»
Paris, 1978: Martim prepara-se para, escrevendo um diário, recuperar a memória dos tempos que viveu em Brasília. Submerso em cadernos, fotografias, folhas soltas, guardanapos rabiscados, cartas e diários de amigos, vai revivendo e recompondo os anos da sua formação, anos plúmbeos de feroz ditadura, anos auspiciosos de novidade.
Nos anos 1960, muito jovem, Martim vê os pais separarem-se, sem que chegue a conhecer o verdadeiro motivo para a cisão. Muda-se então de São Paulo para Brasília com o pai. Na cidade recém-inaugurada, trava amizade com um grupo de adolescentes de contextos sociais e familiares persos. Une-os um projecto cultural e a luta contra o cerco do regime. Com eles, graças a eles, vai descobrindo o amor, o sexo, a amizade, a poesia, a literatura, a política e o medo.
Pairando sobre o fulgor da descoberta há duas nuvens negras ensombrecendo a vida de Martim: a da repressão política dos anos mais duros da ditadura; e a dor da separação da mãe. O vazio aberto pelas cartas que a mãe não lhe escreve, pelos gestos de amor que não lhe estende, pelo reencontro ansiado e adiado, não pode ser preenchido pelo pai, com quem vive uma relação problemática, fria, entrecortada. O fardo desta ausência acompanhará Martim mesmo quando ele procurar o consolo no exílio em Paris.
Num magistral romance de formação ambientado na ditadura que amordaçou o Brasil, Milton Hatoum transita com a habilidade que lhe é própria entre as dimensões pessoal e social do drama e faz de uma ruptura familiar a outra face de um país pidido.
Os elogios da crítica:
«Hatoum imprime urgência à narrativa de tempos conturbados, equilibrando ocorrências familiares e acontecimentos históricos de tal forma que estes espelham aquelas e vice-versa. (#) O amadurecimento de Martim se dá no vácuo do lar implodido e à sombra da brutalidade ditatorial, no útero da metastática República, que ainda hoje insiste em devorar seus cidadãos. – A Noite da Espera aponta para a continuidade do “inverno do nosso descontentamento.»
André de Leones, Estado de São Paulo
«Milton Hatoum volta com um romance potente, que remexe a história política dos anos sinistros da ditadura, ao mesmo tempo que vasculha infernos íntimos de uma história de família.»
Maria Esther Maciel, Folha de São Paulo
«Um belo romance. (#) O escritor Julio Cortázar já chamara a atenção para o facto de que ler um livro é sempre botar o dedo no gatilho, multiplicando a sua força explosiva. O gesto de resistir caminha de modo paralelo àquele de narrar – e a esse chamado a narrativa de Hatoum responde com um sonoro “sim.»
Stefania Chiarelli, O Globo
«Uma construção surpreendente# Um magnífico romance.»
Correio Braziliense
«A atmosfera de erotismo, política e cultura aproxima o livro de Hatoum do clássico A educação sentimental, de Gustave Flaubert. (#) A trilogia de Hatoum poderá ser a grande obra de reflexão – com fôlego narrativo e atraente ao público, que se esperava na literatura brasileira contemporânea. Não se trata mais de denunciar violências da ditadura militar mas sim de refletir sobre o que restou dos tempos sombrios e o que não se consegue sepultar de vez.»
Enio Vieira, Estado de Minas
“Como um Raduan Nassar do Norte, Hatoum reflete sobre a opressão familiar, a imigração libanesa e a memória por meio de uma prosa límpida e ritmada, que corre caudalosa e triste, como um rio amazónico. (#) A noite da espera não é apenas mais um romance sobre a ditadura. É um romance de formação. Uma história sobre a passagem da ingenuidade à vida adulta, da juventude ao desencanto.” Ruan de Sousa Gabriel, Época
15,90 € O preço original era: 15,90 €.14,31 €O preço atual é: 14,31 €.
16,90 € O preço original era: 16,90 €.15,21 €O preço atual é: 15,21 €.
26,58 € O preço original era: 26,58 €.23,92 €O preço atual é: 23,92 €.
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16,75 € O preço original era: 16,75 €.15,08 €O preço atual é: 15,08 €.
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