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Mães Que Tudo

Existirá na nossa vida figura mais central do que a mãe?

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Também disponível em EBOOK:

Características
ISBN 9789896657635
Data de publicação Abril de 2019
Páginas 152
Apresentação capa dura
Dimensões 134x240x14mm
Idade recomendada Adultos
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Descrição

Plano Nacional de Leitura

Literatura – 15-18 anos – Maiores de 18 anos

Mães que tudo reúne nove contos inéditos de escritoras portuguesas.

Olhares singulares sobre ser mãe ou escolher não ser mãe, sobre ser filha ou mãe da nossa mãe.

Histórias tão surpreendentes quanto comoventes de mães que ficam, mães que partem, mães que cuidam, mães que afastam, mães que sufocam, mães que libertam, mães que amam de menos ou de mais. Mães que tudo.

Contos inéditos de Ana Margarida de Carvalho, Cláudia Clemente, Djaimilia Pereira de Almeida, Filipa Martins, Isabela Figueiredo, Isabel Lucas, Luísa Costa Gomes, Marlene Ferraz e Raquel Ribeiro.

Os elogios da crítica:

«A condição de mães tornava-as vulneráveis, colo- cadas despidas e com uma venda diante de um pelotão de fuzilamento, reféns de uma outra vida que elas não suportariam perder.» — Ana Margarida de Carvalho

«O que estava a fazer às suas filhas? A mostrar-lhes o que era a vida: um corpo suspenso sobre a auto-estrada, a cento e vinte quilómetros por hora.» — Cláudia Clemente

«Olha que a tua mãe quando fala a sério não é cá para fingir que não estás a ouvir, porque isto são mesmo profecias divinas. A tua mãe é profeta.» — Djaimilia Pereira de Almeida

«Até os naufrágios nos levam a lugares seguros. Esse lugar seguro era ela. Sempre foi. Ela com “m”, uma letra em cujo dorso nos podemos deitar em posição fetal como no espaço a preencher entre dois seios.» — Filipa Martins

«A minha mãe é o meu tempo, conto-me a partir dela, uma cronologia pessoal com um início bem preciso nela. Na carne, na essência.» — Isabel Lucas

«Perder a mãe é como uma arritmia cardíaca. Uma pessoa saudável não se lembra de que tem coração, mas, se este adoece, torna-se o centro da atenção.” — Isabela Figueiredo

“Estiveste toda a vida pendurada em mim. A pedir amor, a querer consolo. Às vezes sentia-me obrigada a sacudir-te da mão.» — Luísa Costa Gomes

«O amor de mãe é excessivo. Nem as mulheres o podem historiar, como se a língua não servisse. Só a cabeça. Ou o coração. Mesmo aqueles que não funcionam a jeito.» — Marlene Ferraz

«Alteram-se, então, os verbos: ter filhos, ser mãe, ter mãe, ser filha. Os filhos fazem-nos passar do haver ao ser.» — Raquel Ribeiro

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