Esta fábula sobre a formação e a evolução da língua portuguesa prende-nos à leitura, desde a primeira página, pela insuperável originalidade e pelo insólito humor do texto.
Porém, mais do que isso, mostra-nos a importância da resistência à opressão; mostra-nos o valor de todas as formas de liberdade; o valor da união.
Esta narrativa é uma lição – gramatical e de vida – de que nunca mais te irás esquecer.
114 em stock
“A Casa na Árvore com 13 Andares” foi adicionado ao seu carrinho. Ver carrinho
Era uma vez, num reino longínquo, um rei tirano, uma princesa prisioneira e um jovem revolucionário.
À partida, este parece o início de uma história como tantas outras. No entanto, quando o jovem revolucionário é o Tom Coloquial, a princesa prisioneira é a Língua Portuguesa e o rei tirano é o Verbo, fica legítimo desconfiarmos de que esta não é uma história de encantar vulgar. No Reino das Palavras Contadas, a luta pela libertação da língua e pela liberdade de expressão é real – e literal! Pelo meio – como em todas as histórias -, nasce, sim, uma paixão eterna, rebenta uma guerra civil e decide-se o futuro de uma língua.
Se tens dificuldade em perceber o quem é quem da gramática portuguesa, distinguir as Gírias das Metáforas, o Purismo do Preciosismo e o Pleonasmo do Eufemismo, depois de leres A língua de fora tudo te parecerá, pleonástica e metaforicamente, claro como água.
«- Quem consegue ler aqueles poemas nas estrelinhas entende tudo o que está
por trás – disse o Barbarismo.
– Não é ler nas estrelinhas, seu tapado! – gritaram as Gírias.
– É entrelinhas! Ler nas entrelinhas! És uma besta com um cérebro
de barata…»
Sobre A língua de fora:
«Um Verbo ditador, uma Língua Portuguesa prisioneira e um herói apaixonado – uma guerra pela liberdade da palavra travada nos bosques da ficção.»