A coleção História Contemporânea de Portugal insere-se num projeto editorial mais vasto, intitulado América Latina na História Contemporânea, idealizado pela FUNDACIÓN MAPFRE e que conta já com publicações em dez países da América Latina, bem como em Espanha.
A série sobre a História Contemporânea de Portugal, dirigida a um público alargado e diverso, situa a história nacional num enquadramento mais amplo: ibérico, atlântico e global. Uma tal perspetiva proporciona as chaves para o estudo das relações da História de Portugal com a América Latina e permite estabelecer uma agenda temática diversa, apresentando diferentes aspetos da realidade portuguesa a partir das perspetivas económica, política, social, diplomática e cultural.
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Descrição
Entre 1960 e o fim do século XX, Portugal conheceu um triplo movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
O país inaugurou, nos anos de 1960, um processo de mudança significativo, marcado por um acelerado crescimento económico e por uma nova vaga emigratória para a Europa.
No campo político, o desencadear das guerras coloniais foi a marca decisiva dos anos derradeiros da Ditadura.
O afastamento de Salazar e a sua substituição por Marcello Caetano, em 1968, inaugurou um breve período de «liberalização», rapidamente encerrado, provocando, com o seu continuísmo colonial, a queda descontrolada do «Estado Novo», em 1974.
O golpe de 25 de Abril de 1974 desencadeou, então, um rápido e complexo processo de democratização e de descolonização. Consolidando a sua democracia, Portugal retomou, com a adesão à União Europeia em 1986, um período de mudança económica e social cuja erosão começou a ser visível em 2000, com os primeiros sinais de uma crise económica e financeira que se instalou por longos anos.
A coleção História Contemporânea de Portugal insere-se num projeto editorial mais vasto, intitulado América Latina na História Contemporânea, idealizado pela FUNDACIÓN MAPFRE e que conta já com publicações em dez países da América Latina, bem como em Espanha.
A série sobre a História Contemporânea de Portugal, dirigida a um público alargado e diverso, situa a história nacional num enquadramento mais amplo: ibérico, atlântico e global. Uma tal perspetiva proporciona as chaves para o estudo das relações da História de Portugal com a América Latina e permite estabelecer uma agenda temática diversa, apresentando diferentes aspetos da realidade portuguesa a partir das perspetivas económica, política, social, diplomática e cultural.
Entre 1960 e o fim do século XX, Portugal conheceu um triplo movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
O país inaugurou, nos anos de 1960, um processo de mudança significativo, marcado por um acelerado crescimento económico e por uma nova vaga emigratória para a Europa.
No campo político, o desencadear das guerras coloniais foi a marca decisiva dos anos derradeiros da Ditadura.
O afastamento de Salazar e a sua substituição por Marcello Caetano, em 1968, inaugurou um breve período de «liberalização», rapidamente encerrado, provocando, com o seu continuísmo colonial, a queda descontrolada do «Estado Novo», em 1974.
O golpe de 25 de Abril de 1974 desencadeou, então, um rápido e complexo processo de democratização e de descolonização. Consolidando a sua democracia, Portugal retomou, com a adesão à União Europeia em 1986, um período de mudança económica e social cuja erosão começou a ser visível em 2000, com os primeiros sinais de uma crise económica e financeira que se instalou por longos anos.