Vista pela primeira vez à pendura na mota de um rapaz, Czeslawa, de 14 anos, ganha vida neste romance prodigioso e inquietante, que imagina a sua infância numa pequena aldeia polaca antes de o seu mundo implodir no final de 1942.
Despojada dos seus modestos pertences, rapada e tatuada com o número 26947 ao chegar a Auschwitz, Czeslawa é fotografada. Três meses depois, está morta. Como acontece isto a uma criança? Esta é a questão com que nos debatemos neste romance assombroso, que enquadra a história de Czeslawa na tragédia de 6 milhões de polacos que morreram durante a ocupação alemã.
Um inesquecível documento de resgate histórico de uma vida inocente, que era, até agora, somente um rosto num tríptico fotográfico.
Os elogios da crítica:
«Um romance breve, mas poderoso, que devolve à vida Czeslawa e a sua família […] e expõe os contornos mais cruéis do horror em Auschwitz.»
The New Yorker
«Assombroso e austero, o retrato cru da luta de uma criança para compreender o inimaginável. Uma autêntica ressurreição literária, registada com humanidade e honestidade.»
Esquire, Melhores Livros de 2025
«A virtuosidade da autora em fundir realidade e ficção reanima a memória de uma das incontáveis crianças desaparecidas no Holocausto. Um elogio doloroso, essencial e sem cedências.»
Kirkus Reviews
«Tuck pontua a negra narrativa de Czeslawa com uma variedade de factos e figuras históricas, nunca sacrificando o olhar resoluto sobre as atrocidades daqueles tempos e todas as vidas terminadas precocemente.»
Booklist
«O romance, que corre ao sabor de pequenos momentos, é uma engenhosa fantasia, delicada e luminosa. É difícil parar de lê-lo… Uma evocação da obra de W. G. Sebald.»
Los Angeles Times
«A sua linguagem, bela, esparsa, determinada, e a sua insistência em enaltecer a primazia e persistência da dignidade humana — e, sim, também a sua brevidade — tornam uma história tão brutal em algo mais suportável.»
The New York Times
«Deveriam existir milhões de livros individuais como este, um para cada pessoa que perdeu a vida na máquina de morte nazi.»
Conscientious Photography Magazine