Para podermos compreender o mundo, devemos abraçar a incerteza.
Sob este pretexto e com a linguagem poética a que já habituou os seus leitores, Carlo Rovelli explora, com «espanto e vertigem», a impossibilidade de encontrar um fundamento último para a realidade.
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Descrição
Ao ilustrar a grande revolução científica em curso, Carlo Rovelli apresenta-nos a sua mais importante — e alarmante — implicação: a impossibilidade de encontrar um fundamento último para a realidade.
No final de 2024, o físico italiano Carlo Rovelli aceitou o convite do Departamento de Filosofia da Universidade de Princeton para dirigir um conjunto de discussões sobre a abordagem relacional à mecânica quântica. O espírito dessas conversas deu o mote para Sobre a igualdade de todas as coisas, que propõe uma visão do mundo baseada nas relações e perspetivas que se estabelecem entre os diferentes elementos.
A ciência do século XX mudou para sempre a nossa compreensão da realidade, embora estejamos longe de poder afirmar que essa realidade faça sentido (talvez isso nunca aconteça). No entanto, graças à mecânica quântica, vemo-nos livres para trilhar caminhos outrora desconhecidos ao pensamento humano.
«Eletrões e mente, pedras e leis, juízos e galáxias não são de natureza essencialmente diferente. São noções que se iluminam reciprocamente.» A realidade é moldada por esse jogo contínuo de reflexos e daí emerge a principal perceção de Rovelli: a igualdade de todas as coisas. Somos feitos da mesma matéria que o resto da realidade — e, portanto, num sentido mais profundo, estamos em casa neste mundo.
Os elogios da crítica:
«O novo Stephen Hawking.» The Sunday Times
«A física moderna encontrou em Rovelli o seu poeta.» John Banville
Para podermos compreender o mundo, devemos abraçar a incerteza.
Sob este pretexto e com a linguagem poética a que já habituou os seus leitores, Carlo Rovelli explora, com «espanto e vertigem», a impossibilidade de encontrar um fundamento último para a realidade.
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Ao ilustrar a grande revolução científica em curso, Carlo Rovelli apresenta-nos a sua mais importante — e alarmante — implicação: a impossibilidade de encontrar um fundamento último para a realidade.
No final de 2024, o físico italiano Carlo Rovelli aceitou o convite do Departamento de Filosofia da Universidade de Princeton para dirigir um conjunto de discussões sobre a abordagem relacional à mecânica quântica. O espírito dessas conversas deu o mote para Sobre a igualdade de todas as coisas, que propõe uma visão do mundo baseada nas relações e perspetivas que se estabelecem entre os diferentes elementos.
A ciência do século XX mudou para sempre a nossa compreensão da realidade, embora estejamos longe de poder afirmar que essa realidade faça sentido (talvez isso nunca aconteça). No entanto, graças à mecânica quântica, vemo-nos livres para trilhar caminhos outrora desconhecidos ao pensamento humano.
«Eletrões e mente, pedras e leis, juízos e galáxias não são de natureza essencialmente diferente. São noções que se iluminam reciprocamente.» A realidade é moldada por esse jogo contínuo de reflexos e daí emerge a principal perceção de Rovelli: a igualdade de todas as coisas. Somos feitos da mesma matéria que o resto da realidade — e, portanto, num sentido mais profundo, estamos em casa neste mundo.
Os elogios da crítica:
«O novo Stephen Hawking.» The Sunday Times
«A física moderna encontrou em Rovelli o seu poeta.» John Banville