Olá, sou o Diogo Faro e sou eu que estou a escrever a minha autobiografia (até porque se é auto…), mas sem fazê-lo na terceira pessoa, como é habitual, porque acho que fica sempre meio para o coiso.
Há mais ou menos doze anos, larguei um trabalho instável para me tornar comediante a tempo inteiro e, portanto, ainda mais instável.
Entretanto, tive dois solos de stand-up (“Lugar Estranho” e “Processo de Humanização em Curso”) e tenho o terceiro a caminho (“Massa Mãe”), vários talkshows ao vivo (com convidadas incríveis como a minha avó) e a peça de teatro “Amor, Quero Beijar Mais Pessoas”, uma comédia sobre não monogamias, poliamor e relações no geral. Na TV, apresentei o Curto Circuito na SIC Radical, fiz parte do programa de humor Futebol de Perdição na Sporting TV, fui repórter do 5 Para a Meia Noite na RTP1, apresentei o Scroll (era o moderador de um debate entre jovens) durante 3 temporadas na RTP2, e ainda o Desporto à Solta (no qual experimentava desportos pouco conhecidos) na Bola TV.
Fui também cronista no SOL, Tribuna Expresso e Sapo24, estando agora na Visão. Entretanto, escrevi duas óperas (eu sei, parece mentira, mas juro que é verdade), e já lancei 5 livros, dois deles pela Penguin, o Processo de Humanização em Curso, e mais recentemente o Planeta Z. Não recomendo especialmente nenhum por prurido artístico, mas também não acho que não perdem nada se os lerem. Entre mais um monte de coisas irrelevantes que tenho feito, já tive vários podcasts como o “Traz Cerveja” e o “Desta Para Melhor”, e agora o “Aqui Que Ninguém Nos Ouve”, que se estreou como espetáculo e segue como podcast, e que tudo indica que será absolutamente razoável, mas esquecível assim que acabar.
Adoro ervilhas com ovos. Não tem nada a ver com o meu percurso, mas achei que iam gostar de saber.




