Quando uma aventura se transforma em pesadelo: uma história familiar complexa, eivada de perigos e aventuras, a que Virginia Tangvald procura dar sentido, num arrebatador livro de estreia.
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Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 17 de março de 2025
Uma história de família mais impressionante do que um livro de aventuras — uma epopeia inaudita e comovente que abalou livreiros, críticos e leitores.
«Decidira riscar o passado […]. Construíra-me à sombra do meu pai e do mistério que o rodeava. Porém, aquele canto de sereia, sublime e luminoso, revelava-se mortífero e capaz de me engolir para todo o sempre.»
Virginia nasceu no mar alto, a bordo de um veleiro construído pelo navegador Peter Tangvald. Este navegador era o seu pai, mas ela apenas viria a conhecê-lo através dos livros que ele publicou e das reportagens que protagonizou: Virginia era ainda bebé quando a sua mãe fugiu do marido e daquele barco a que chamavam casa. O lendário aventureiro norueguês viveria os seus dias vogando as ondas e desafiando convenções. Casou-se sete vezes e perdeu misteriosamente duas mulheres. Até que ele próprio morreu num naufrágio.
Volvidas décadas sobre a morte do pai e impelida pela ânsia de conhecer a sua herança, Virginia decidiu empreender a viagem de uma vida: navegando por entre os enigmas de uma história de liberdade, errância e perda, vai reunindo peças espalhadas pelos quatro oceanos.
Da ilha de Bonaire a Porto Rico, passando por Toronto e pela Noruega, esta é uma odisseia familiar para esconjurar o destino, preencher as lacunas e ancorar a identidade. Na tradição de autores como Melville, Defoe ou Baricco, a escritora — também música e cineasta — conduz o leitor numa viagem ao fundo de si.
Vencedor do Prix Révélation Société des Gens de Lettres
Nomeado para: Prix du Roman Version Femina | Prix du Temps Retrouvé | Prix Jules Rimet | Prix Stanislas
Os elogios da crítica:
«Uma estreia alucinante. […] Com extrema delicadeza e poucas palavras, esta jovem autora dilacera-nos.» La Tribune Dimanche
«Agarre-se bem! O primeiro livro de Virginia Tangvald promete salpicar-lhe o rosto com água do mar, sacudi-lo e deixá-lo atordoado e encharcado da cabeça aos pés, sem saber quando amainará o vento. […] Encontra-se na confluência entre três géneros — a narrativa de naufrágio, a ficção e a investigação familiar —, que, juntos, lhe conferem uma grande força. Os barcos submersos e os seus poucos sobreviventes foram por muito tempo uma poderosa fonte narrativa para Boccaccio, Herman Melville, Daniel Defoe, Jules Verne e Alessandro Baricco.» Le Monde
«Um primeiro livro de que se vai ouvir falar muito. […] Uma história bela e vertiginosa, verdadeiramente incrível.» Télématin
«A força deste livro reside no facto de mergulhar numa alma aprisionada, consumida por um desejo absoluto de liberdade. Viver sem os outros a ponto de os atrair para o seu próprio abismo. Os filhos do mar alto carrega a força das tragédias antigas.» Le Parisien Week-End
«Uma história extraordinária.» La Grande Librairie
«Garanto que a cena de abertura deixará no leitor uma marca. […] Passamos por momentos de pavor, compaixão, empatia e estupefação, suspiramos e, no fim, respiramos de alívio. […] Inesquecível.» France Info
«Para encontrar alguma paz, Virginia Tangvald decide recuar no tempo. Que família e que história.» Femme Actuelle
«Uma narrativa arrepiante e poética. […] Uma escrita belíssima.» France Info