Orlando Furioso é um dos mais importantes e influentes poemas épicos da literatura, que serviu de inspiração a obras como Dom Quixote ou Os Lusíadas.
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Descrição
Paris encontra-se cercada pelo exército infiel do rei sarraceno Agramante e seus temíveis aliados; um deles, o feroz Rodomonte, lança morte e destruição na cidade. Enquanto o sábio Carlos Magno reúne os seus valorosos paladinos para a batalha decisiva entre os dois exércitos, uma única pergunta aflora ao espírito de todos: onde pára Orlando, o mais célebre herói da cristandade? Após um sem-fim de magníficos feitos, o valoroso guerreiro de alma pura enlouqueceu por amor à formosa Angelica. Orlando perdeu o seu juízo e tornou-se um furioso, destruindo com força bruta tudo à sua passagem. A última esperança de Carlos Magno é que se encontre um remédio para a loucura do seu cavaleiro.
Livro de leitura obrigatória ao longo dos séculos, puro divertimento na sofisticada corte renascentista dos Este de Ferrara, para a qual foi escrito por Ludovico Ariosto, na sua versão final, em 1532; com a sua fina ironia e o desprezo pelas convenções, os seus encontros e desencontros aventurosos, a sua fantasia, Orlando Furioso – «poema da acção e do movimento», no dizer de Italo Calvino, que o elegeu como uma das suas obras predilectas – é verdadeiramente um texto revolucionário, aquele que melhor encarnou o novo espírito humanista, lançando a épica romanesca e influenciando obras vindouras, como Dom Quixote ou Os Lusíadas.
Edição integral em rima
Tradução de Margarida Periquito
Ilustrações de Gustave Doré
Os elogios da crítica:
«Não se pode ficar indiferente à tradução integral do poema épico de Ariosto.» Eduardo Pitta
«Uma tradução apuradíssima em todos os pormenores.» José Riço Direitinho, Público
Paris encontra-se cercada pelo exército infiel do rei sarraceno Agramante e seus temíveis aliados; um deles, o feroz Rodomonte, lança morte e destruição na cidade. Enquanto o sábio Carlos Magno reúne os seus valorosos paladinos para a batalha decisiva entre os dois exércitos, uma única pergunta aflora ao espírito de todos: onde pára Orlando, o mais célebre herói da cristandade? Após um sem-fim de magníficos feitos, o valoroso guerreiro de alma pura enlouqueceu por amor à formosa Angelica. Orlando perdeu o seu juízo e tornou-se um furioso, destruindo com força bruta tudo à sua passagem. A última esperança de Carlos Magno é que se encontre um remédio para a loucura do seu cavaleiro.
Livro de leitura obrigatória ao longo dos séculos, puro divertimento na sofisticada corte renascentista dos Este de Ferrara, para a qual foi escrito por Ludovico Ariosto, na sua versão final, em 1532; com a sua fina ironia e o desprezo pelas convenções, os seus encontros e desencontros aventurosos, a sua fantasia, Orlando Furioso – «poema da acção e do movimento», no dizer de Italo Calvino, que o elegeu como uma das suas obras predilectas – é verdadeiramente um texto revolucionário, aquele que melhor encarnou o novo espírito humanista, lançando a épica romanesca e influenciando obras vindouras, como Dom Quixote ou Os Lusíadas.
Edição integral em rima
Tradução de Margarida Periquito
Ilustrações de Gustave Doré
Os elogios da crítica:
«Não se pode ficar indiferente à tradução integral do poema épico de Ariosto.» Eduardo Pitta
«Uma tradução apuradíssima em todos os pormenores.» José Riço Direitinho, Público