Uma das mais importantes vozes da nova ficção de língua inglesa
«E, a seguir, um estrondo vindo de baixo. O som de um peso grande a cair no chão.
O céu a rasgar-se devagar. Agora, uma palavra repetida. Não, não, não.
Quando o atinge, há um enorme clarão branco.»
Uma história de sobrevivência, fragilidade e perseverança da memória e do amor.
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Descrição
Uma repentina tempestade no mar. Um homem no seu caiaque é atingido por um relâmpago.
Quando desperta, encontra-se à deriva, ferido e com perdas de memória. Além do mar em seu redor, pouco mais tem do que fragmentos de acontecimentos e imagens distantes do passado, que se confundem com a realidade presente: uma mulher, talvez uma criança, talvez uma vida à sua espera.
Resta-lhe tentar superar o medo, o desespero e a dor física e emocional, e alcançar a costa, onde, na baía, poderão estar as respostas.
«Não há dúvida de que Cynan Jones é um dos mais talentosos escritores da Grã-Bretanha.» Independent on Sunday
«A Baía, de Cynan Jones, é uma narrativa minimal, por vezes misteriosa, de homem-versus-natureza.» Observer
«A narrativa vai-se expandido e contraindo, como se o fizesse ao ritmo das ondas, deixando os pontos de tensão no lugar certo para que o leitor se agarre.» Público
Uma repentina tempestade no mar. Um homem no seu caiaque é atingido por um relâmpago.
Quando desperta, encontra-se à deriva, ferido e com perdas de memória. Além do mar em seu redor, pouco mais tem do que fragmentos de acontecimentos e imagens distantes do passado, que se confundem com a realidade presente: uma mulher, talvez uma criança, talvez uma vida à sua espera.
Resta-lhe tentar superar o medo, o desespero e a dor física e emocional, e alcançar a costa, onde, na baía, poderão estar as respostas.
«Não há dúvida de que Cynan Jones é um dos mais talentosos escritores da Grã-Bretanha.» Independent on Sunday
«A Baía, de Cynan Jones, é uma narrativa minimal, por vezes misteriosa, de homem-versus-natureza.» Observer
«A narrativa vai-se expandido e contraindo, como se o fizesse ao ritmo das ondas, deixando os pontos de tensão no lugar certo para que o leitor se agarre.» Público