O livro de maior sucesso da autora deInventário de Algumas Perdas
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Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 2 de novembro de 2026
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Descrição
Com o seu Atlas, fruto de um fascínio pela cartografia e por viagens imaginadas, Judith Schalansky leva-nos a cinquenta e cinco ilhas misteriosas, longe dos cruzeiros organizados, dos aeroportos, das brochuras de férias e até do Google Earth.
Entrelaçando factos e ficção, cria pequenos mundos habitados por animais raros e homens estranhos, escravos naufragados e cientistas solitários, exploradores perdidos e faroleiros loucos, náufragos esquecidos e marinheiros amotinados. Eis a prova
de que as grandes viagens ainda acontecem a bordo da imaginação, num ambiente de isolamento e quietude, com um dedo apontado para um mapa.
Atlas de Ilhas Remotasvenceu o Prémio de Livro mais Belo do Ano na Alemanha e é uma das obras mais emblemáticas de Judith Schalansky. Um livro-objeto para fruir e guardar.
Os elogios da crítica:
«Este livro justifica plenamente o reconhecimento do atlas como literatura, digno do seu nome original: theatrum orbis terrarum, “o teatro do mundo”.» Robert MacFarlane
«Uma espécie de poesia em prosa, com um toque de insanidade.» The Paris Review
Com o seu Atlas, fruto de um fascínio pela cartografia e por viagens imaginadas, Judith Schalansky leva-nos a cinquenta e cinco ilhas misteriosas, longe dos cruzeiros organizados, dos aeroportos, das brochuras de férias e até do Google Earth.
Entrelaçando factos e ficção, cria pequenos mundos habitados por animais raros e homens estranhos, escravos naufragados e cientistas solitários, exploradores perdidos e faroleiros loucos, náufragos esquecidos e marinheiros amotinados. Eis a prova
de que as grandes viagens ainda acontecem a bordo da imaginação, num ambiente de isolamento e quietude, com um dedo apontado para um mapa.
Atlas de Ilhas Remotasvenceu o Prémio de Livro mais Belo do Ano na Alemanha e é uma das obras mais emblemáticas de Judith Schalansky. Um livro-objeto para fruir e guardar.
Os elogios da crítica:
«Este livro justifica plenamente o reconhecimento do atlas como literatura, digno do seu nome original: theatrum orbis terrarum, “o teatro do mundo”.» Robert MacFarlane
«Uma espécie de poesia em prosa, com um toque de insanidade.» The Paris Review