«A minha relação com o tempo é de respeitoso pânico.
Desde que há uns anos li a passagem de Albert Camus que abre esta banda desenhada, oiço em permanência o ruído da areia que cai numa enorme ampulheta.
Como um incómodo tinido que por vezes conseguimos olvidar, apenas para que regresse mais forte, mais intrusivo, mais alarmista sobre tudo o que estamos a deixar por fazer.»
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Plano Nacional de Leitura
Banda Desenhada – Cultura e Sociedade – Vida Prática – dos 12-14 anos – 15-18 anos – maiores 18 anos
Esta é uma história sobre o tempo, o tempo que não para, sobre aqueles que só conseguem ser felizes no passado e que, além de lembrar, precisam de desesquecer.
Uma história sobre um homem que todos os dias atualiza um calendário feito de pequenos arbustos, um homem que se castiga e cumpre uma penitência auto imposta, esquecido pelo seus, por um crime acidental. Um livro sobre solidão, amor e o imparável avanço dos ponteiros do relógio.
«A minha relação com o tempo é de respeitoso pânico.
Desde que há uns anos li a passagem de Albert Camus que abre esta banda desenhada, oiço em permanência o ruído da areia que cai numa enorme ampulheta.
Como um incómodo tinido que por vezes conseguimos olvidar, apenas para que regresse mais forte, mais intrusivo, mais alarmista sobre tudo o que estamos a deixar por fazer.»
Banda Desenhada – Cultura e Sociedade – Vida Prática – dos 12-14 anos – 15-18 anos – maiores 18 anos
Esta é uma história sobre o tempo, o tempo que não para, sobre aqueles que só conseguem ser felizes no passado e que, além de lembrar, precisam de desesquecer.
Uma história sobre um homem que todos os dias atualiza um calendário feito de pequenos arbustos, um homem que se castiga e cumpre uma penitência auto imposta, esquecido pelo seus, por um crime acidental. Um livro sobre solidão, amor e o imparável avanço dos ponteiros do relógio.