Uma das obras mais emblemáticas do século XX onde, a pretextro de uma paixão platónica, se exploram os limites da arte, do desejo e da moralidade.
Com tradução de Isabel Castro Silva e introdução de Teresa Seruya
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Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 27 de abril de 2026
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Descrição
«Tudo aquilo que é grande nasce como um desafio: nasce apesar de preocupações e sofrimento, pobreza, abandono, fraqueza do corpo, vícios, paixão e tantos outros obstáculos.»
Numa das suas obras mais emblemáticas, Thomas Mann, prémio Nobel da Literatura em 1929, assume um tom confessional para relatar a paixão platónica e obsessiva de um celebrado escritor alemão, Gustav von Aschenbach, por um jovem turista polaco. Tadzio, de uma beleza inspiradora, desperta no protagonista sentimentos que desafiam a contenção e disciplina que lhe são características – e que Mann manipula com mestria para explorar os limites teóricos da arte, do desejo e da moralidade.
Considerada uma das novelas mais marcantes do século XX ocidental, A Morte em Veneza, a que o próprio escritor chamou «a tragédia de uma humilhação», cruza referências clássicas e contemporâneas numa reflexão profunda e envolvente sobre o encontro inevitável do Homem com a decadência.
«Tudo aquilo que é grande nasce como um desafio: nasce apesar de preocupações e sofrimento, pobreza, abandono, fraqueza do corpo, vícios, paixão e tantos outros obstáculos.»
Numa das suas obras mais emblemáticas, Thomas Mann, prémio Nobel da Literatura em 1929, assume um tom confessional para relatar a paixão platónica e obsessiva de um celebrado escritor alemão, Gustav von Aschenbach, por um jovem turista polaco. Tadzio, de uma beleza inspiradora, desperta no protagonista sentimentos que desafiam a contenção e disciplina que lhe são características – e que Mann manipula com mestria para explorar os limites teóricos da arte, do desejo e da moralidade.
Considerada uma das novelas mais marcantes do século XX ocidental, A Morte em Veneza, a que o próprio escritor chamou «a tragédia de uma humilhação», cruza referências clássicas e contemporâneas numa reflexão profunda e envolvente sobre o encontro inevitável do Homem com a decadência.