Chamam-lhes desobedientes. Perdidas. Raparigas que cresceram depressa de mais. E são enviadas para a Wellwood House, na Florida, onde as famílias de mães solteiras as escondem para terem os bebés em segredo, para os darem para adoção e, o mais importante de tudo, para esquecerem que tudo aconteceu. Fern, de 15 anos, chega à casa no verão escaldante de 1970, grávida, assustada e sozinha. Sob o olhar atento da severa Menina Wellwood, conhece muitas outras raparigas na mesma situação: Rose, uma hippie que teima em encontrar uma maneira de ficar com a sua bebé e fugir para uma comuna; Zinnia, uma música em ascensão que planeia casar com o pai do seu bebé; e Holly, uma criança frágil, com apenas 14 anos, muda e grávida de alguém que ninguém sabe quem é. Tudo o que as raparigas comem e fazem, cada momento dos seus dias, assim como o que lhes é permitido dizer, é rigorosamente controlado por adultos que afirmam saber oque é melhor para elas. Mas quis o destino que Fern conhecesse uma bibliotecária, a qual lhe oferece um misterioso livro sobre bruxaria. Pela primeira vez nas suas vidas, o poder está nas mãos daquelas raparigas – mas o poder consegue destruir tão facilmente quanto criar, e nunca é de graça. Há sempre um preço a pagar… geralmente com sangue.
Os elogios da crítica:
«Soberbo… o livro de terror perfeito para a nossa era imperfeita.»
The New York TimesI
«Diabolicamente divertido.»
People
«Uma leitura envolvente e irresistível.»
The Guardian
«Fantástico… Hendrix é um mestre na forma como combina os grandes elementos do terror, dando-lhes uma profundidade que desafia o leitor.»
Minnesota Star Tribune
«Mais um romance brilhante de Hendrix: uma obra cuidadosamente construída, de uma notável profundidade emocional, uma trama cativante, personagens inesquecíveis e terror omnipresente.»
Booklist
«A genialidade de Hendrix enquanto escritor de terror reside na sua capacidade de criar arcos narrativos complexos, emocionais e humanos… Este é o seu livro que mais rigorosamente encontra o momento [em que vivemos]… assustador, opressivo, irritante, belo e triste.»
The New York Times