No labor obstinado com que se dedica ao tema da língua portuguesa, Manuel Monteiro traz-nos um novo livro, o primeiro de uma coleção, com conselhos estilísticos, curiosidades e delícias do nosso idioma, bem como alguns dos erros mais comuns que lemos e ouvimos nos dias de hoje.
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Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 25 de maio de 2026
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Descrição
Como seria bom para a língua e o pensamento se, em lugar de se preocuparem com palavras que exprimem obscenidades (sou favorável a que os dicionários acolham o maior número de turpilóquios possível), as pessoas e os dicionários estivessem de vigia quanto a solecismos, significação imprópria, palavras que têm mil significados de tão usadas serem: se uma palavra tudo significa, nada significa – a acumulação semântica leva, no limite, ao esvaziamento semântico.
Os elogios da crítica:
«Manuel Monteiro é um linguista que não faz da norma e da convenção um dogma seboso. Nem todo o rigor é mortis. […] Neste tempo em que a palavra é nivelada pelos calcanhares, ele vai grafando magníficos peixes-voadores.» Fernando Alves, TSF
Sobre Por Amor à Língua e à Literatura
«O revisor Manuel Monteiro é um obstinado e rabugento amante da língua portuguesa, que, precisamente devido a essa condição, dedica grande parte do seu tempo a repudiar, carregado de razão, o novo acordo ortográfico. Por Amor à Língua e à Literatura deve ser lido por todas as pessoas que aspiram a escrever crónicas, romances e livros de culinária, ou simplesmente a chatear incautos internautas com publicações inspiradoras nas redes sociais.»
Observador
«Pessoas como o Manuel deixam-me a pensar que talvez seja possível fazer alguma coisa pea nossa pobre língua e que, num certo futuro, talvez haja escritores capazes de honrar uma tradição que não foi má, e um alfabeto que teve a sua beleza.» Francisco José Viegas, Correio da Manhã
«Manuel Monteiro é um linguista muito minucioso. Tem aquela característica engraçada de alguns linguistas: é rabugento.» Ricardo Araújo Pereira, Programa Cujo Nomes Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
No labor obstinado com que se dedica ao tema da língua portuguesa, Manuel Monteiro traz-nos um novo livro, o primeiro de uma coleção, com conselhos estilísticos, curiosidades e delícias do nosso idioma, bem como alguns dos erros mais comuns que lemos e ouvimos nos dias de hoje.
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Como seria bom para a língua e o pensamento se, em lugar de se preocuparem com palavras que exprimem obscenidades (sou favorável a que os dicionários acolham o maior número de turpilóquios possível), as pessoas e os dicionários estivessem de vigia quanto a solecismos, significação imprópria, palavras que têm mil significados de tão usadas serem: se uma palavra tudo significa, nada significa – a acumulação semântica leva, no limite, ao esvaziamento semântico.
Os elogios da crítica:
«Manuel Monteiro é um linguista que não faz da norma e da convenção um dogma seboso. Nem todo o rigor é mortis. […] Neste tempo em que a palavra é nivelada pelos calcanhares, ele vai grafando magníficos peixes-voadores.» Fernando Alves, TSF
Sobre Por Amor à Língua e à Literatura
«O revisor Manuel Monteiro é um obstinado e rabugento amante da língua portuguesa, que, precisamente devido a essa condição, dedica grande parte do seu tempo a repudiar, carregado de razão, o novo acordo ortográfico. Por Amor à Língua e à Literatura deve ser lido por todas as pessoas que aspiram a escrever crónicas, romances e livros de culinária, ou simplesmente a chatear incautos internautas com publicações inspiradoras nas redes sociais.»
Observador
«Pessoas como o Manuel deixam-me a pensar que talvez seja possível fazer alguma coisa pea nossa pobre língua e que, num certo futuro, talvez haja escritores capazes de honrar uma tradição que não foi má, e um alfabeto que teve a sua beleza.» Francisco José Viegas, Correio da Manhã
«Manuel Monteiro é um linguista muito minucioso. Tem aquela característica engraçada de alguns linguistas: é rabugento.» Ricardo Araújo Pereira, Programa Cujo Nomes Estamos Legalmente Impedidos de Dizer