Esta é uma história de luta e sobrevivência que acompanha uma família ao longo de sessenta anos, dando-nos a conhecer as cicatrizes profundas provocados pelo conflito israelo-árabe. Um relato de fé, da grandeza do perdão e da força do amor.
Jenin ao Amanhecer é a odisseia da família Abulheja, forçada a deixar a aldeia palestiniana de Ein Hod e a exilar-se no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, após a ocupação israelita de 1948. Entre eles, encontra-se Dalia, o marido e os dois filhos pequenos. A caminho de Jenin, entre a multidão em fuga, Ismael, o filho mais novo do casal, desaparece. A voz do romance é a de Amal, neta do patriarca da aldeia e filha de Dalia.
Entre memórias de dor e a esperança de regressar um dia a sua casa, Amal cresce com o amor do pai, que lhe lê todos os dias ao amanhecer, nos fugazes momentos de paz, e com a força silenciosa da mãe, que fechou o coração à dor. Juntos, sonham com um futuro melhor, apesar da extrema violência e da injustiça sem fim que os rodeia.
Os elogios da crítica:
«Um bom livro arranca os leitores do seu entorpecimento e altera a sua consciência. Este romance atual baseado em acontecimentos verdadeiros é assim.»
The Independent
«Um romance de estreia poderoso que relata com audácia e sem rodeios o sofrimento de uma família palestiniana ao longo de sessenta anos de ocupação israelita.»
Kirkus Reviews
«Neste romance belo e comovente, abulhawa dá um rosto humano a uma tragédia coletiva.
Através dos olhos de Amal, vivemos as humilhaçõese os sofrimentos dos refugiados palestinianos, mas também a amizade e o amor. A autora esforça-se por dar empatia a todos os lados e constrói uma narrativa tocante e fundamental.»
Publishers Weekly
«Uma história de leitura obrigatória para aqueles que desejam compreender a catástrofe dos palestinianos não apenas com a cabeça, mas também com o coração.»
Palestine Chronicle
«De vez em quando, uma obra literária muda a maneira como as pessoas pensam. susan
abulhawa criou um brilhante primeiro romance sobre a Palestina. Esta história ficcionada intensamente bela deve ser lida tanto por políticos quanto por todos os que se interessam por política contemporânea.»
Library Journal
«A dor da escritora — e a beleza da sua prosa — são demasiado reais.»
Daily Telegraph