Uma obra indispensável para quem gosta de História, de gastronomia e, sobretudo, de bons doces.
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Descrição
Uma obra indispensável para quem gosta de História, de gastronomia e, sobretudo, de bons doces. “Lisboa é uma cidade gulosa, como Paris é revolucionária. Paris cria a ideia e Lisboa o pastel.” Eça de Queirós captou bem a íntima relação de Portugal com os doces. Do mel ao açúcar, das amêndoas aos ovos, os sabores que hoje identificamos como portugueses resultam de séculos de encontros entre povos – dos romanos aos muçulmanos -, bem como da influência de reis, de pessoas comuns, dos conventos e das cozinhas estrangeiras.
O investigador João Pedro Gomes conduz o leitor numa viagem pelos doces mais antigos de Portugal. Depois de uma década de investigação, descubra como D. Manuel I apreciava o ouro na comida e porque é que D. Sebastião punha açúcar em quase tudo. Fique a saber quando começaram a surgir os famosos pastéis feitos com o “sistema de Belém”, que a sericaia poderá ter nascido a muitos quilómetros do Alentejo e que a fama dos conventos será mais mito do que verdade.
Do pastel de nata ao bolo-rei, dos doces de ovos às especialidades conventuais, entre factos surpreendentes e episódios inesperados, este livro revela como surgiu um património gastronómico único. Porque a história dos doces portugueses é, também, a História de Portugal.
Uma obra indispensável para quem gosta de História, de gastronomia e, sobretudo, de bons doces. “Lisboa é uma cidade gulosa, como Paris é revolucionária. Paris cria a ideia e Lisboa o pastel.” Eça de Queirós captou bem a íntima relação de Portugal com os doces. Do mel ao açúcar, das amêndoas aos ovos, os sabores que hoje identificamos como portugueses resultam de séculos de encontros entre povos – dos romanos aos muçulmanos -, bem como da influência de reis, de pessoas comuns, dos conventos e das cozinhas estrangeiras.
O investigador João Pedro Gomes conduz o leitor numa viagem pelos doces mais antigos de Portugal. Depois de uma década de investigação, descubra como D. Manuel I apreciava o ouro na comida e porque é que D. Sebastião punha açúcar em quase tudo. Fique a saber quando começaram a surgir os famosos pastéis feitos com o “sistema de Belém”, que a sericaia poderá ter nascido a muitos quilómetros do Alentejo e que a fama dos conventos será mais mito do que verdade.
Do pastel de nata ao bolo-rei, dos doces de ovos às especialidades conventuais, entre factos surpreendentes e episódios inesperados, este livro revela como surgiu um património gastronómico único. Porque a história dos doces portugueses é, também, a História de Portugal.