Até que ponto não somos todos cúmplices do nosso próprio silêncio?
No dia 15 de junho de 2025, Carla e Jan encontram a cama da filha vazia. Valèria, uma encantadora criança de sete anos, desapareceu sem deixar rasto.
Duas semanas antes, o casal tinha decidido ir viver para uma pequena aldeia nos Pirenéus. É nessa altura que a fachada da família perfeita começa a estalar: eventos inquietantes acontecem; objetos desaparecem misteriosamente de casa; a pequena Valèria começa a ficar perturbada com as visitas noturnas de um novo amigo imaginário; e a mãe, que se sente vigiada, fica em choque quando julga avistar um homem que conheceu no passado…
Em pouco tempo, aquele paraíso rural transforma-se num território cheio de sombras, que rapidamente mergulhará o casal numa investigação alucinante que os obrigará a confessar até o último dos seus segredos.
Com uma contagem decrescente frenética e um ritmo de cortar a respiração, esta história mergulha nas profundezas do amor e do desejo através de um enredo ambicioso, cuidadosamente tecido, repleto de reviravoltas inesperadas e viagens ao passado.
Os elogios da crítica:
«Nem Joël Dicker nem Freida McFadden. Agora é a vez de Gil Pratsobrerroca, com o seu
apelido de trava-línguas e este thriller viciante sobre o desaparecimento de uma menina.»
El Periódico
«Uma história que avança com um mecanismo narrativo de precisão que, sem deixar de fazer um tique-taque ominoso na cabeça do leitor, o agarra pelos colarinhos (e vice-versa) e não o larga até à última frase.»
El País
«Um romance que se move num terreno incómodo onde o que não se diz pesa mais do que aquilo que se conta. Não é um livro de ação constante, mas sim daqueles que nos prendem pela tensão subterrânea, pelos diálogos carregados de intenção e pela sensação de que cada personagem esconde algo.»
La Vanguardia
«Entre as chaves deste sucesso fulgurante está um enredo com reviravoltas surpreendentes, cheio de flashbacks, que transformam o leitor quase num voyeur.»
3CatInfo
«Pratsobrerroca escreve com uma prosa precisa e emocionalmente contida, sem ornamentos desnecessários. O seu estilo recorda, por momentos, os melhores thrillers psicológicos europeus, mas com um olhar próprio e enraizado no território.»
Revista de Vic