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O verão em que a minha mãe teve os olhos verdes

Prémio Cálamo * Prémio Observator Cultural

Prémio da União de Escritores da Moldávia

Uma história deslumbrante, alternando entre a ferocidade e a ternura, o perdão, a memória e as cicatrizes que não se podem apagar.

10%

Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 22 de junho de 2026

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Disponível
em eBook

Descrição

Aleksy recorda o último verão que passou com a mãe, numa pequena vila costeira no Norte de França. Passaram-se muitos anos, mas o seu psiquiatra acredita que a única solução para curar o bloqueio criativo que enfrenta como pintor é reviver as emoções que o dominaram nesse tempo longínquo: ressentimento, tristeza, raiva, saudade, abandono. Como superar o desaparecimento da pequena irmã Mika? Como perdoar a mãe, que sempre o afastou? Como encarar a doença que o consome?

Esta é a história de um irrepetível verão, três meses em que mãe e filho, empurrados pela iminência da morte, finalmente depõem armas e procuram a paz, entre si e dentro de si.

Uma narrativa de uma intensidade inesquecível, tingida pela luz de um verão à beira-mar e pelas brumas da derradeira despedida. Nestas páginas, o sol aquece-nos a pele, respiramos o perfume das flores, mergulhamos no mar e emergimos reconfortados pelo amor que sempre existe entre mãe e filho.

Os elogios da crítica:

«Um romance breve, profundo e belo, que deve tanto à acuidade dos diálogos quanto à estranheza das metáforas e à habilidade narrativa. Como uma origamista literária, a autora vai acrescentando camadas ao enredo, de forma que cada nova revelação nos obriga a reconsiderar toda a história.»
The New York Times

«Uma exploração mordaz e comovente do sofrimento, da raiva e das fissuras que estalam quando se restaura uma relação difícil entre mãe e filho. Um romance breve mas poderoso, que perdurará na memória dos leitores.»
Publishers Weekly

«Uma reflexão poética e profunda sobre a complexidade das relações entre mães e filhos e um testemunho de que nunca é tarde para o amor e o perdão.»
El Cultural

«Uma revelação. Uma história de poder penetrante e beleza selvagem.»
Le Monde

«Uma história de vidas destroçadas, tão cruel quanto comovente.»
El País

«Construída à base de […] cenas poéticas e fulminantes de uma enorme negrura e, ao mesmo tempo, de uma estremecedora beleza, a escritora moldava Tatiana Tîbuleac compõe uma extraordinária e insólita história da violência do amor na família.»
ABC Cultural

«A mãe como corpo sagrado, como génese religiosa da vida, é a causa primordial da profanação encontrada nas páginas deste romance, arrebatador como só os textos escritos a partir das entranhas podem ser.»
El Periódico

«Este livro faz parte dessa estranha família que inclui As primas, de Aurora Venturini, uma pitada da prosa de Banville, algo do narrador d’O estranho caso do cão morto, de Mark Haddon, reminiscências do adolescente de À espera no centeio, de J. D. Salinger, e, claro, traços dos girassóis de Van Gogh.»
La Voz

Também disponível em EBOOK:

Chancela Alfaguara

ISBN 9789895896448
Data de publicação Junho de 2026
Edição atual 1.ª
Páginas 208
Apresentação capa mole
Dimensões 150x235mm

Coleção Alfaguara

Idade recomendada Adultos
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Características

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ISBN 9789895896448
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Páginas 208
Apresentação capa mole
Dimensões 150x235mm

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Aleksy recorda o último verão que passou com a mãe, numa pequena vila costeira no Norte de França. Passaram-se muitos anos, mas o seu psiquiatra acredita que a única solução para curar o bloqueio criativo que enfrenta como pintor é reviver as emoções que o dominaram nesse tempo longínquo: ressentimento, tristeza, raiva, saudade, abandono. Como superar o desaparecimento da pequena irmã Mika? Como perdoar a mãe, que sempre o afastou? Como encarar a doença que o consome?

Esta é a história de um irrepetível verão, três meses em que mãe e filho, empurrados pela iminência da morte, finalmente depõem armas e procuram a paz, entre si e dentro de si.

Uma narrativa de uma intensidade inesquecível, tingida pela luz de um verão à beira-mar e pelas brumas da derradeira despedida. Nestas páginas, o sol aquece-nos a pele, respiramos o perfume das flores, mergulhamos no mar e emergimos reconfortados pelo amor que sempre existe entre mãe e filho.

Os elogios da crítica:

«Um romance breve, profundo e belo, que deve tanto à acuidade dos diálogos quanto à estranheza das metáforas e à habilidade narrativa. Como uma origamista literária, a autora vai acrescentando camadas ao enredo, de forma que cada nova revelação nos obriga a reconsiderar toda a história.»
The New York Times

«Uma exploração mordaz e comovente do sofrimento, da raiva e das fissuras que estalam quando se restaura uma relação difícil entre mãe e filho. Um romance breve mas poderoso, que perdurará na memória dos leitores.»
Publishers Weekly

«Uma reflexão poética e profunda sobre a complexidade das relações entre mães e filhos e um testemunho de que nunca é tarde para o amor e o perdão.»
El Cultural

«Uma revelação. Uma história de poder penetrante e beleza selvagem.»
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«Construída à base de […] cenas poéticas e fulminantes de uma enorme negrura e, ao mesmo tempo, de uma estremecedora beleza, a escritora moldava Tatiana Tîbuleac compõe uma extraordinária e insólita história da violência do amor na família.»
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«A mãe como corpo sagrado, como génese religiosa da vida, é a causa primordial da profanação encontrada nas páginas deste romance, arrebatador como só os textos escritos a partir das entranhas podem ser.»
El Periódico

«Este livro faz parte dessa estranha família que inclui As primas, de Aurora Venturini, uma pitada da prosa de Banville, algo do narrador d’O estranho caso do cão morto, de Mark Haddon, reminiscências do adolescente de À espera no centeio, de J. D. Salinger, e, claro, traços dos girassóis de Van Gogh.»
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