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Aposto tudo numa elegância ferida

«Eu quis tingir a máquina, amor, de um pouco de melancolia.»

Uma prosa sem paralelo na literatura portuguesa contemporânea.

Autora distinguida com:
Prémio Literário Fundação Inês de Castro • Prémio PEN Clube • Prémio Correntes D’Escritas • Prémio SPA Poesia

10%

Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 21 de setembro de 2026

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Descrição

«O coração retira-se de todas as coisas», mas Andreia C. Faria constrói histórias com os sedimentos do músculo mais plástico de todos: sonhos que assombram noites, e também alguns dias; gestos mecânicos feitos por quem trabalha e que lembram como são brutas as metáforas; um amor juvenil que sugere, como num jogo, a violência do sexo e a difícil intimidade; a visita a museus onde se descobrem afinal enganos do olhar e uma perpétua perturbação; o saque de memórias da terra, da infância, da pobreza; o desejo de regresso ao ventre materno, antídoto para certos ódios e certos amores; oráculos da carne e do espírito, que pouco consolam; uma juventude de longos cabelos e raparigas em flor; Tróia e outras guerras, outras perdas.

Aposto tudo numa elegância ferida revela-nos Andreia C. Faria como artífice de uma prosa sem paralelo na literatura portuguesa, que dá forma a um imaginário poético cru, lúgubre e melancólico, tão luminoso como a mais depurada educação sentimental. Há livros que se cosem ao tecido do mundo, e há livros que, como este, tecem o corpo do mundo.

Os elogios da crítica:

«O recomeço de uma escrita que tem a capacidade de criar um mundo complexo e prodigioso […]; a apoteose de um espaço literário que produz estranheza e loucura (como, de outra maneira, o dos contos de Herberto Helder), a partir de matéria lisa e banal. Tudo aqui surge cruelmente desfigurado pela violência da escrita.»
António Guerreiro, Ípsilon/Público (sobre Clavicórdio)

«Que bom ler o que é bom. […] Cada vocábulo deixa cair na dose certa água sóbria para a palavra seguinte, e aqui estamos, com essa delicadeza, avançando nos versos com os olhos em caminho meticuloso entre pedras; ninguém cai, mas tudo o que treme merece não estar quieto. Tremer em sítios novos, eis o que certos raros e fortes versos permitem.»
Gonçalo M. Tavares, Jornal de Letras (sobre Canina)

«De vez em quando, muito de longe a longe, um milagre. Aconteceu-me com a prosa de Andreia C. Faria.»
Carlos Vaz Marques (sobre Canto do aumento)

«Esta obra é a de um corpo que se consuma no seu processo de escrita. Que se oferece à alegria possível de conhecer a matéria de que somos feitos. Andreia C. Faria é uma voz de rara consciência, honestidade e alegria desarmante no panorama literário português.»
Sandra Guerreiro Dias, Colóquio/Letras (sobre Alegria para o fim do mundo)

«Os poemas de Andreia C. Faria fazem do evidente o menos esperado, e do já visto uma possibilidade de surpresa e instigação.»
Hugo Pinto Santos, Ípsilon/Público (sobre Canina)

«Provavelmente desde Luís Miguel Nava que não surgiam imagens tão viscerais na poesia portuguesa.»
José Mário Silva, Expresso (sobre Canina)

ISBN 9789895898473
Data de publicação Setembro de 2026
Edição atual 1.ª
Páginas 200
Apresentação capa mole
Dimensões 152x230x17mm
Idade recomendada Adultos
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10%

O preço original era: 17,85 €.O preço atual é: 16,07 €.

Aposto tudo numa elegância ferida

«Eu quis tingir a máquina, amor, de um pouco de melancolia.»

Uma prosa sem paralelo na literatura portuguesa contemporânea.

Autora distinguida com:
Prémio Literário Fundação Inês de Castro • Prémio PEN Clube • Prémio Correntes D’Escritas • Prémio SPA Poesia

10000 em stock

Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Características
ISBN 9789895898473
Data de publicação Setembro de 2026
Edição atual 1.ª
Páginas 200
Apresentação capa mole
Dimensões 152x230x17mm
Idade recomendada Adultos
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Descrição

«O coração retira-se de todas as coisas», mas Andreia C. Faria constrói histórias com os sedimentos do músculo mais plástico de todos: sonhos que assombram noites, e também alguns dias; gestos mecânicos feitos por quem trabalha e que lembram como são brutas as metáforas; um amor juvenil que sugere, como num jogo, a violência do sexo e a difícil intimidade; a visita a museus onde se descobrem afinal enganos do olhar e uma perpétua perturbação; o saque de memórias da terra, da infância, da pobreza; o desejo de regresso ao ventre materno, antídoto para certos ódios e certos amores; oráculos da carne e do espírito, que pouco consolam; uma juventude de longos cabelos e raparigas em flor; Tróia e outras guerras, outras perdas.

Aposto tudo numa elegância ferida revela-nos Andreia C. Faria como artífice de uma prosa sem paralelo na literatura portuguesa, que dá forma a um imaginário poético cru, lúgubre e melancólico, tão luminoso como a mais depurada educação sentimental. Há livros que se cosem ao tecido do mundo, e há livros que, como este, tecem o corpo do mundo.

Os elogios da crítica:

«O recomeço de uma escrita que tem a capacidade de criar um mundo complexo e prodigioso […]; a apoteose de um espaço literário que produz estranheza e loucura (como, de outra maneira, o dos contos de Herberto Helder), a partir de matéria lisa e banal. Tudo aqui surge cruelmente desfigurado pela violência da escrita.»
António Guerreiro, Ípsilon/Público (sobre Clavicórdio)

«Que bom ler o que é bom. […] Cada vocábulo deixa cair na dose certa água sóbria para a palavra seguinte, e aqui estamos, com essa delicadeza, avançando nos versos com os olhos em caminho meticuloso entre pedras; ninguém cai, mas tudo o que treme merece não estar quieto. Tremer em sítios novos, eis o que certos raros e fortes versos permitem.»
Gonçalo M. Tavares, Jornal de Letras (sobre Canina)

«De vez em quando, muito de longe a longe, um milagre. Aconteceu-me com a prosa de Andreia C. Faria.»
Carlos Vaz Marques (sobre Canto do aumento)

«Esta obra é a de um corpo que se consuma no seu processo de escrita. Que se oferece à alegria possível de conhecer a matéria de que somos feitos. Andreia C. Faria é uma voz de rara consciência, honestidade e alegria desarmante no panorama literário português.»
Sandra Guerreiro Dias, Colóquio/Letras (sobre Alegria para o fim do mundo)

«Os poemas de Andreia C. Faria fazem do evidente o menos esperado, e do já visto uma possibilidade de surpresa e instigação.»
Hugo Pinto Santos, Ípsilon/Público (sobre Canina)

«Provavelmente desde Luís Miguel Nava que não surgiam imagens tão viscerais na poesia portuguesa.»
José Mário Silva, Expresso (sobre Canina)

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