«Isto é, Roma, não esqueçam! Esta gente é dada ao destempero e à fúria.» Um general romano, de regresso a Roma após mais uma vitória, pratica um ato cruel e gratuto, desencadeando assim uma espiral de vingança sanguinária inédita.
Tradução e introdução de Miguel Romeira
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Após uma pesada derrota às mãos de Roma, Tamora, rainha dos Godos, e os seus três filhos são levados, cativos, para a capital do império. Saturnino e Bassiano, filhos do falecido imperador romano, disputam a sucessão de um trono que o povo quer ver entregue a Tito Andrónico, o general responsável pela longa e vitoriosa campanha de Roma contra os Godos. Tito rejeita a honra, que entrega a Saturnino, mas decide sacrificar um dos filhos de Tamora, em memória da própria descendência morta em combate. A crueldade deste ato desencadeará uma reação violenta por parte da rainha e uma vingança de crueza e horror inéditos.
Escrita no final do século XVI, A Lamentabilíssima Tragédia Romana de Tito Andrónico, apontada como a primeira tragédia de Shakespeare, é famosa pela violência irredimível e pelo carácter sanguinário dos atos descritos. A aversão e desprezo a que a votaram a sociedade vitoriana e alguns críticos literários contemporâneos apenas confirmam o seu inegável interesse.
«[Tito Andrónico] é tragédia crua, sem deus nem redenção.»?