Um médium português revela os segredos da comunicação com os «lá de cima».
Prefácio de Paula Ponce, formadora em Constelações Familiares.
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Em Pré-venda: Entrega a partir de segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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Descrição
O que acontece quando morremos? Será possível comunicar com quem já partiu?
Desde criança que Bruno Monteiro vê, sente e ouve aqueles que já partiram. Durante muitos anos viveu essa realidade em silêncio. Hoje, através da mediunidade, acompanha pessoas que procuram respostas para as perguntas mais difíceis da vida.
Neste livro reúne histórias reais, testemunhos e aprendizagens que nasceram do contacto com o mundo espiritual. Fala da morte sem medo, do luto sem romantizar a dor e da esperança sem falsas promessas. Explica como, segundo a sua experiência, acontece a comunicação com quem partiu, o que distingue a mediunidade da intuição, o que poderá acontecer à alma depois da morte e como o amor continua a encontrar caminho para quem fica.
Este não é um livro para convencer ninguém. É um convite a olhar para a vida — e para a morte — com mais consciência, mais discernimento e menos medo.
Os elogios da crítica:
«A mediunidade do Bruno, para mim, não vive no extraordinário. Vive no cuidado. Na responsabilidade. Na forma como traz leveza e humor sem perder respeito. Na forma como lembra que o amor não acaba quando um corpo parte.» Paula Ponce, psicoterapeuta e formadora em Constelações Familiares, in Prefácio
O que acontece quando morremos? Será possível comunicar com quem já partiu?
Desde criança que Bruno Monteiro vê, sente e ouve aqueles que já partiram. Durante muitos anos viveu essa realidade em silêncio. Hoje, através da mediunidade, acompanha pessoas que procuram respostas para as perguntas mais difíceis da vida.
Neste livro reúne histórias reais, testemunhos e aprendizagens que nasceram do contacto com o mundo espiritual. Fala da morte sem medo, do luto sem romantizar a dor e da esperança sem falsas promessas. Explica como, segundo a sua experiência, acontece a comunicação com quem partiu, o que distingue a mediunidade da intuição, o que poderá acontecer à alma depois da morte e como o amor continua a encontrar caminho para quem fica.
Este não é um livro para convencer ninguém. É um convite a olhar para a vida — e para a morte — com mais consciência, mais discernimento e menos medo.
Os elogios da crítica:
«A mediunidade do Bruno, para mim, não vive no extraordinário. Vive no cuidado. Na responsabilidade. Na forma como traz leveza e humor sem perder respeito. Na forma como lembra que o amor não acaba quando um corpo parte.» Paula Ponce, psicoterapeuta e formadora em Constelações Familiares, in Prefácio