As férias de verão são uma boa altura para crianças e jovens (re)descobrirem o prazer da leitura. Sem os horários apertados e as rotinas diárias entre escola e atividades várias, ficam com mais tempo para mergulhar em livros cheios de histórias. Nestes dias de calor intenso, a leitura de um bom livro, numa sombra amena e confortável, pode ser a melhor opção para eles: não precisa de luz artificial, não faz barulho ao redor, não implica esforço físico (não suja o espaço em volta!) e leva os leitores para longe sem saírem do lugar.
E se os livros forem grandes clássicos? Então, é ainda melhor! Os clássicos são obras que, apesar de terem sido escritas há muito tempo, continuam a ser apreciadas por sucessivas gerações. São livros que marcam quem os lê, seja pelos temas universais e sempre atuais que abordam (como a amizade, a coragem, a família, a justiça, o sonho, a liberdade ou a discriminação racial), seja pela originalidade da escrita e da história.
Ler um clássico da literatura durante as férias não é uma mera ocupação do tempo livre: é aceitar que se vai embarcar numa leitura que nos pode levar à descoberta de um novo mundo e que não sairemos de lá iguais. Que melhor desafio se pode fazer a um jovem leitor do que aventurar-se a ler um destes livros de referência, sem ser por obrigação escolar?
Quem lê Ana dos Cabelos Ruivos, O Feiticeiro de Oz ou As Aventuras de Tom Sawyer nunca mais esquece as personagens principais, as emoções descritas, nem as paisagens de Green Gables, as maravilhas da Terra de Oz ou as margens do rio Mississípi. Os grandes clássicos continuam a emocionar, a surpreender, a despertar a imaginação e a desenvolver a empatia e o pensamento crítico.
A coleção Tesouros da Literatura apresenta algumas das obras mais importantes da literatura juvenil, com traduções cuidadas e com bons prefácios que contextualizam a história e ajudam o leitor a entrar no universo do livro. Conta já com quase 30 títulos para todos os gostos e diferentes idades, por isso há muito por onde escolher. E têm, por terem sido obras já lidas por pais e avós, uma vantagem acrescida: as conversas sobre elas podem ser tão boas, longas e inesquecíveis como os melhores dias de férias de verão.
Rita Cruz, editora Fábula






