Os Sete Pecados Mortais, reflexo dos vícios da humanidade, são a raiz do mal de todo o mundo… ou, pelo menos, assim acreditam alguns. Mas serão mesmo falhas morais quando, por exemplo, distúrbios cerebrais podem dar origem à gula e à ira, e quando os efeitos da nossa educação podem resultar em inveja ou luxúria?
Repleto de casos práticos – como os ataques de ira de Sean, decorrentes da sua epilepsia; a compulsão para comer de Alex, devido à síndrome de Prader-Willi; ou a hipersexualidade de Simon, potenciado pela doença de Parkinson -, este livro do Dr. Guy Leschziner, professor de neurologia e medicina do sono, analisa como algumas patologias podem revelar o que se já encontra dentro de nós. E, mais importante, se esses traços inatos realmente representam o pecado ou, simplesmente, a intensidade do nosso desejo intrínseco de sobreviver e prosperar.
Os elogios da crítica:
“Um livro profundamente humano, escrito com grande empatia e compaixão.”
The Guardian
“Um livro com o poder de mudar a forma como se vê o mundo.”
Steven Bartlett, empreendedor e autor de Diário de um CEO
“O neurologista Guy Leschziner explora, com sensibilidade, as bases genéticas, neurológicas e psicológicas de falhas humanas como a ira, a preguiça e a gula. Ao longo do livro, conhecemos pacientes – o recluso de corpulência exagerada que ficou preso na cabina do duche, o soldado que não conseguia parar de falar de sexo após um traumatismo craniano – que revelam como as condições médicas são frequentemente associadas à moralidade.”
Financial Times
“Um livro que vai muito além de simplesmente levantar o véu sobre o que se passa entre um neurologista e os seus pacientes. Como leitores, sentimo-nos privilegiados por podermos assistir ao que se passa no seu consultório.”
The Spectator
“Um estudo erudito e repleto de exemplos sobre os supostos sete pecados mortais que definem os vícios humanos.”
The Independent
“Guy Leschziner aprofunda-se na psicologia, na psiquiatria e na neurociência dos comportamentos nocivos e questiona: será que alguma vez seremos verdadeiramente livres para escolher como nos comportamos? A sua tese é convincente: se nos conseguirmos compreender melhor, e em particular os aspetos mais sombrios da nossa psicologia, podemos ter esperança de tornar o mundo um lugar melhor.”
Alice Roberts, cientista e autora de Crypt
“Uma análise cativante das bases neurológicas do “mau” comportamento […] que educa e entretém, transformando conceitos neurocientíficos complexos em temas de conversa para festas. Excelente!”
Nature